Turismo em áreas protegidas

Machu Picchu,  Património mundial da UNESCO
Machu Picchu, Património mundial da UNESCO
O turismo em áreas protegidas aumenta em níveis consideráveis dentro do mundo. Se por um lado pode prejudicar o andamento natural do ciclo ecológico, por outro pode representa a oportunidade que faltava para que as pessoas urbanas conheçam e aprendam a respeitar a diretrizes, se comportando conforme os preceitos do desenvolvimento sustentável.

Áreas protegidas de acordo com as leis federais são maneiras que os governantes encontraram para preservar as riquezas naturais da degradação proporcionada pelos homens. Algumas delas não possibilitam a visitação turística para que as populações de animais e vegetais não necessitem migrar o desenvolvimento em virtude da constante fluxo humano, principalmente entre os caminhos trafegados com automotivos. Acontece que o efeito pode prejudicar o solo de maneira considerável. Sem contar com poluição sonora proporcionada em ambientes que estão acostumados apenas com os ruídos naturais.

Para a IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza) áreas protegidas simbolizam limites reconhecidos em nível nacional que visam manter intacto grandes regiões vegetativas na tentativa de reservar recursos naturais para as gerações futuras. Por este motivo que algumas zonas não possuem autorização para que sejam realizadas visitas turísticas. A CDB, acordo assinado no ECO92RJ, afirma que áreas protegidas significam regiões definidas de maneira geográficas que estão administradas de acordo com os conceitos de conservação.

Estudiosos dizem que o ecoturismo pode ser interessante para que as populações locais trabalhem em empregos relacionados com a preservação ambiental. Fato medido como mito por diversos ambientalistas famosos. Os empresários desenvolvem métodos para aperfeiçoar a profissão em detrimento do número de contratados. Este fato pode desencadear em diversas revoltas entre os populares.

Comportamento nas Florestas

Turistas podem contar com apoio dos serviços prestados pelos cidadãos que se organizam em cooperativas ou fundando empresas em buscam gerar maior rentabilidade sem prejudicar a natureza. No entanto, dentro das florestas os visitantes precisam se comportar de acordo com as regras de condutas estabelecidas pelos centros que administram as zonas vegetativas protegidas pelo poder público. Desde 2007, o ICMBIO (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) gerencia de maneira direta os parques nacionais.

Turista disposto a fazer ecoturismo normalmente está em busca de turismo de aventura. Porém, quando não praticada de forma segura, conforme as especificações dos guias, as viagens perigosas podem resultar em tragédias, visto que os resgates estão situados em locais distantes, sem contar que o fato da chegada de bombeiros, helicópteros e barcos motorizados prejudica o comportamento natural que acontece na área vegetativa.

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Foto: thewaldorfway.blogspot.com

Autor: Renato Duarte Plantier

Redator na rede de blogs The Diktyo SL. Coproprietário e Redator de blogs informativos em AsemioticanaWeb

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